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PONTOS TURÍSTICOS

Com tantos museus e construções históricas, as praias não são as melhores atrações da cidade. Mas, se a ideia é aproveitar um dia de sol na beira do mar, a orla pode render um bom programa. Porto e Farol da Barra são as mais badaladas. a do buracão é destino para quem quer sossego, mas pode apresentar más condições de balneabilidade. Itapuã, Stella Maris e Flamengo, mais distantes do Centro, costumam lotar nos fins de semana.

Alguns dos principais pontos do centro histórico de Salvador são:

  • Memorial dos Governadores

  • Museu de Misericórdia (primeira Santa Casa do Brasil)

  • Faculdade de Medicina (primeira da Bahia)

  • Igreja de São Francisco

  • Pelourinho

  • Museu Gastronômico do Sesc

  • Elevador Lacerda

  • Mercado Modelo

 

MUSEU DE ARTE MODERNA -MAM

Também conhecido como Solar do Unhão, o MAM costuma ter umas obras diferentes, conceituais, é sempre uma experiência interessante. Como o próprio nome diz, o museu é um solar (um casarão que pertencia a uma família nobre) que fica na encosta, com uma vista linda para o mar.

PELOURINHO

Nenhum outro lugar reflete tão bem a alma da Bahia quanto o Pelourinho. Considerado Patrimônio da Humanidade pela Unesco, o bairro na Cidade Alta, tem mais de 800 casarões dos séculos 17 e 18. Vielas, ladeiras e largos concentram igrejas, museus, restaurantes, lojas e um vaivém de gente de Salvador, do Brasil e do mundo. 
O bairro histórico merece uma visita, em especial às terças-feiras. Nestes dias, além de bater perna sem pressa, em busca da história, das riquezas arquitetônicas e do artesanato, os visitantes podem assistir uma missa ao som de batuque na igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, às 18h. 

FAROL DA BARRA

O Farol de Santo Antônio, mais conhecido como Farol da Barra, foi aberto à visitação pública - pela primeira vez em sua história - em maio de 2011. As visitas acontecem 313 anos depois de sua construção, concluída em 1698.

Os  turistas vão poder subir as escadarias espiraladas da torre de 22 metros de altura e conhecer toda a estrutura do farol. Por lá está o maquinário francês de 120 anos, ligado diariamente - o faroleiro acende a luz ao pôr do sol e desliga ao amanhecer. A luz pode ser vista a 60 quilômetros de distância, orientando embarcações. Do alto do farol, a vista de 360 grais descortina a Baía de Todos-os-Santos e o mar aberto do Oceano Atlântico.

Com tantos museus e construções históricas, as praias não são as melhores atrações da cidade. Mas, se a ideia é aproveitar um dia de sol na beira do mar, a orla pode render um bom programa. Porto e Farol da Barra são as mais badaladas. a do buracão é destino para quem quer sossego, mas pode apresentar más condições de balneabilidade. Itapuã, Stella Maris e Flamengo, mais distantes do Centro, costumam lotar nos fins de semana.

Alguns dos principais pontos do centro histórico de Salvador são:

  • Memorial dos Governadores

  • Museu de Misericórdia (primeira Santa Casa do Brasil)

  • Faculdade de Medicina (primeira da Bahia)

  • Igreja de São Francisco

  • Pelourinho

  • Museu Gastronômico do Sesc

  • Elevador Lacerda

  • Mercado Modelo

MUSEU DE ARTE MODERNA -MAM

Também conhecido como Solar do Unhão, o MAM costuma ter umas obras diferentes, conceituais, é sempre uma experiência interessante. Como o próprio nome diz, o museu é um solar (um casarão que pertencia a uma família nobre) que fica na encosta, com uma vista linda para o mar.

PELOURINHO

Nenhum outro lugar reflete tão bem a alma da Bahia quanto o Pelourinho. Considerado Patrimônio da Humanidade pela Unesco, o bairro na Cidade Alta, tem mais de 800 casarões dos séculos 17 e 18. Vielas, ladeiras e largos concentram igrejas, museus, restaurantes, lojas e um vaivém de gente de Salvador, do Brasil e do mundo. 
O bairro histórico merece uma visita, em especial às terças-feiras. Nestes dias, além de bater perna sem pressa, em busca da história, das riquezas arquitetônicas e do artesanato, os visitantes podem assistir uma missa ao som de batuque na igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, às 18h. 

FAROL DA BARRA

O Farol de Santo Antônio, mais conhecido como Farol da Barra, foi aberto à visitação pública - pela primeira vez em sua história - em maio de 2011. As visitas acontecem 313 anos depois de sua construção, concluída em 1698.

Os  turistas vão poder subir as escadarias espiraladas da torre de 22 metros de altura e conhecer toda a estrutura do farol. Por lá está o maquinário francês de 120 anos, ligado diariamente - o faroleiro acende a luz ao pôr do sol e desliga ao amanhecer. A luz pode ser vista a 60 quilômetros de distância, orientando embarcações. Do alto do farol, a vista de 360 grais descortina a Baía de Todos-os-Santos e o mar aberto do Oceano Atlântico.

 

SALVADOR

A cidade nasceu como protagonista do país: em 1549 foi declarada a primeira capital do Brasil. Claro, a localização era estratégica para os europeus – mas não há dúvida de que as belezas naturais também arrebataram os navegantes. Difícil até hoje não se impressionar com a paisagem das praias do norte, como Itapuã, eternizada por Dorival Caymmi, Vinicius de Moraes e Toquinho, ou mesmo da orla central, onde fica a Praia da Barra, famosa por seu farol. Mais que a natureza, o homem fez de Salvador lugar especial, na beleza das construções históricas, museus, gastronomia e hospitalidade.

Vagar sem pressa pelo Pelourinho, circulando entre museus, ateliês e igrejas do Centro Histórico, é passeio obrigatório. Assim como se aventurar pelos acarajés, abarás e moquecas, sabores fortes que só a Bahia tem.

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GASTRONOMIA

Bem-vindo ao universo gastronômico baiano. Aqui, pratos à base de pescados, como moqueca, ensopado e bobó, e outros típicos do sertão, com carne de sol e feijão-verde, convivem com iguarias de influência africana, como o acarajé.

 

PRATOS TÍPICOS 

ACARAJÉ

Quase onipresente, o mais famoso entre os quitutes baianos exala seu cheiro pela cidade. Este bolinho de feijãofradinho frito em azeite de dendê é recheado com vatapá (creme à base de pão, camarão seco, amendoim, castanha de caju, leite de coco, dendê e condimentos), camarão seco e vinagrete. Nas barracas de rua, ele vem montado e costuma ser farto. Na hora de pedir, paladares não acostumados devem responder “não” à pergunta “com pimenta?”. Parente próximo, o abará leva a mesma massa de feijão-fradinho, mas é cozido.

COCADA

Os primeiros cocos vieram de Cabo Verde, na África, originando os coqueirais que no fim do século 16 já cobriam a orla da Bahia. Do fruto, transformado em ingrediente, surgiu a cocada – vendida em Salvador pelas baianas do acarajé. Em seus tabuleiros, o doce (duro ou cremoso) é oferecido nas versões branca e preta. A primeira leva bastante açúcar, cravo e canela; a segunda também leva gengibre, e o açúcar é queimado ou substituído por rapadura. Se não houver nenhum tabuleiro por perto, aposte na Cocada Bahianinha, vendida em caixinhas nas padarias e restaurantes da capital.

COZINHA BAIANA

É preciso estômago forte para encarar o receituário da Bahia, sincrético como seus cultos de fé. Comece pela moqueca, ensopado de peixe herdado dos indígenas, enriquecido com leite de coco e azeite de dendê (óleo do fruto da palmeira de origem africana). Outra receita clássica, o bobó é uma espécie de moqueca de camarão engrossada com creme de mandioca.Onipresente na capital, vendido em barracas de rua por mulheres de saia e turbante, o acarajé é um bolinho de feijão-fradinho, frito em azeite de dendê e recheado com camarão seco, vinagrete e vatapá (creme à base de pão, camarão seco, amendoim, castanha de caju, leite de coco, dendê e condimentos); parente próximo, o abará é uma variação cozida do acarajé. Os tabuleiros das baianas exibem também a cocada, doce de coco nas versões dura e cremosa, branca ou preta – a primeira leva açúcar, cravo e canela; a preta tem ainda gengibre e açúcar queimado. Já os bares da cidade preparam a lambreta, um molusco graúdo e saboroso, que vai à mesa cozido, grelhado ou na forma de um revigorante caldo.

LAMBRETA

Da mesma família do mexilhão, trata-se de um dos moluscos bivalves mais graúdos e saborosos do país, encontrado tanto no litoral da Bahia como nas praias de Sergipe e Alagoas. Os mais antigos garantem que cura ressaca, enquanto outros conferem a ele propriedades afrodisíacas. No preparo mais simples, basta o cozimento em pouca água, com temperos como coentro, cebola, sal e azeite. Algumas casas também servem lambreta grelhada ou com molhos à base de vinho branco e páprica.

 
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INFORMAÇÕES

O verão é, sem dúvida, a melhor época para sentir o alto-astral da cidade, acompanhar os ensaios dos blocos de Carnaval e participar das festas religiosas - chamadas de Festas de Largo - que acontecem nos largos das igrejas. Neste período, entretanto, os preços praticados no comércio e nos serviços são mais elevados que na baixa estação. Evite os meses entre abril a julho, quando chove bastante. Mas em junho... vale encarar a chuva para curtir o São João nos largos e praças do Pelô!

Com um dos mais concorridos Carnavais do país, Salvador atrai foliões ávidos por correr atrás dos trios elétricos que desfilam dia e noite. Três circuitos agitam a cidade: Osmar, que pega fogo no domingo, segunda e terça de Carnaval, reunindo as mais conhecidas bandas de axé que desfilam pelo Campo Grande; Dodô, com os chamados trios alternativos e que circulam entre as praias da Barra e da Ondina; e Batatinha, que movimenta o Pelourinho com clima de Carnaval de antigamente, regado a muita marchinha.